INTRODUÇÃO ÀS CRIPTOMOEDAS

fonte imagem: https://fanart.tv/movie/292607/the-rise-and-rise-of-bitcoin/

Você pode ter ouvido falar do Bitcoin, certo? (Se não, bem-vindo ao mundo digital, 2020!) De fato, o Bitcoin é apenas uma das mais de 3.000 criptomoedas disponíveis. Essa é a velha confusão sobre a Bombril: o reconhecimento da marca é tão grande que acaba sendo confundido com os produtos oferecidos (neste caso, lã de aço). Além disso, existem outras criptomoedas conhecidas, como Ethereum, ZCash, NEO e XEM.

O que é bitcoin ?

Bitcoin (BTC ou XBT) é uma criptomoeda descentralizada. Em outras palavras, é uma moeda, como o real ou o dólar, mas não é regulamentada por nenhum banco do mundo. Por exemplo, no Brasil, temos um banco central (Bacen) para supervisionar e supervisionar todo o sistema financeiro nacional e garantir sua solidez e eficiência. No entanto, no que diz respeito ao Bitcoin, o banco central não tem o direito de influenciar as flutuações da moeda, nem emitir mais unidades ou intervir no processo de inflação.
Portanto, as criptomoedas são universais e circulam em todos os países sem qualquer forma de regulamentação ou intervenção estatal. Como uma criptomoeda, podemos entender que o Bitcoin é virtual. Em outras palavras, ele não existe fisicamente. Todo o processo de distribuição ou mineração, neste caso é feito online, usando um supercomputador. Em 2017, as moedas virtuais começaram a migrar para os mercados financeiros tradicionais. Em seguida, começou a ser oferecido no mercado futuro da Bolsa de Chicago, nos Estados Unidos.

Para comprar ou vender BTC, os usuários podem minerar ou comprar moedas que foram extraídas de outros proprietários. Atualmente, ainda é possível comprar através de corretores especializados em negociação de criptomoedas. Outra curiosidade é que, de acordo com o contrato, a moeda será limitada a 21 milhões de unidades e esse número está se aproximando da realização. Essa medida visa “controlar” o processo de inflação natural da indústria de mineração de alguma forma. Estima-se que o último bitcoin será extraído em 2140 e, quando o limite for atingido, não está claro como o valor da criptomoeda será alterado.

Quem foi o criador do Bitcoin ?

O BTC foi introduzido em 2008 em uma lista de correspondência de criptomoedas chamada The Cryptography Mailing. A publicação foi escrita por Satoshi Nakamoto por um ou um grupo de programadores. Até hoje, a verdadeira identidade do criador da primeira moeda digital descentralizada do mundo não é clara. Além do próprio BTC, “Satoshi Nakamoto” não foi encontrado ou mencionado. Antes de “desaparecer completamente”, Satoshi Nakamoto era um membro ativo do fórum BitcoinTalk. A pessoa (ou grupo de pessoas) por trás do pseudônimo é responsável pela maioria dos protocolos que criaram o sistema.

Segundo o autor Joshua Davis em sua coluna “New Yorker”, em abril de 2011, Satoshi Nakamoto anunciou que “continuaria se envolvendo em coisas novas”. Desde então, não há notícias sobre os criadores de Bitcoin. O BTC foi formalmente estabelecido em 2009 e recebeu o nome de seu fundador, cujo nome é responsável apenas pela menor proporção de moeda. O “centavo” do Bitcoin (0,00000001 BTC) no valor de um milionésimo é chamado Satoshi. Portanto, o Bitcoin é equivalente a 100 milhões de Satoshis.

Como funciona o Bitcoin ?

O mercado tradicional de investimentos funciona de uma forma relativamente fácil de entender. Nele, o investidor compra um ativo com o objetivo de que o remunere ao longo do tempo, ou que possa ser vendido, futuramente, com lucro. Já no mercado cambial (de moedas), o especulador ganha ou perde dinheiro através da variação de sua cotação. Assim, se uma pessoa compra 1 dólar hoje a 4 reais e, no dia seguinte, a moeda americana vale R$ 4,25, o especulador pode vender seu dólar e faturar 25 centavos na transação. Com o Bitcoin, acontece algo semelhante. O investidor compra uma fração do BTC e pode renegociar a criptomoeda quando desejar. Qualquer pessoa pode comprar ou vender um BTC sem utilizar intermediários ou pagar taxas.

E isso só acontece porque a criptomoeda, como vimos, não tem regulação de estados, instituições ou outros bancos. Diferentemente do sistema bancário tradicional, todas as operações de todos os usuários são públicas e anônimas. Assim, por intermédio de um complexo sistema de dados chamado blockchain, as movimentações de Bitcoin são publicadas em tempo praticamente real. Na sua forma mais primária, o BTC funciona com usuários comprando e vendendo suas criptomoedas, online e sem intermediação. E, antes mesmo de as moedas irem a mercado para serem comercializadas, elas devem ser mineradas. O processo de extração da criptomoeda é realizado pelos próprios usuários do sistema. Os mineradores que primeiro resolverem a questão são bonificados com uma parte da Bitcoin minerada. Eles podem manter o valor em sua carteira digital ou transacionar a moeda. Evidentemente, os riscos das transações diretas de Bitcoin são altos e é necessário entender bem o seu funcionamento. No entanto, o modelo tem rentabilidade maior do que as operações realizadas através de corretoras e outros intermediários, que cobram taxas pela operação.

Cotação do Bitcoin hoje (21/05/2020)
Hoje 1 BTC equivale a 52.500,35 reais.

Fonte: Google.com

Quais as vantagens do Bitcoin ?

O Bitcoin é a primeira criptomoeda descentralizada. Sua fama em todo o mundo não se dá somente pelo pioneirismo, mas, também, pelas vantagens que oferece aos seus compradores. Uma delas é o fato de ter sofrido altíssima valorização no ano em que foi lançado, em 2009. Inicialmente, a moeda virtual era negociada em maior volume em obscuros mercados da web. Somente entre 2011 e 2012, o preço da unidade de Bitcoin variou de 30 centavos de dólar para 31,50 dólares por Bitcoin. Atualmente, o BTC é cotado em valores superiores a R$ 30 mil, mas já alcançou mais de R$ 40 mil em 2018. O crescimento vertiginoso é um grande atrativo para os investidores. Ao mesmo tempo, o Bitcoin foi desenvolvido para não gerar inflação e consequente perda de valor. Nakamoto elaborou uma política de mineração que limita o valor máximo de BTC em circulação, tanto no valor total, quanto na extração da moeda em si. Ou seja, caso não houvesse autorregulação do sistema, quanto mais ele fosse minerado, mais moedas seriam emitidas e menos valor de mercado elas teriam. Com essa maneira para minerar, a moeda virtual promete manter seu valor por mais tempo, evitando corrosões. Apesar de ser um mercado monetário ainda muito novo e com várias incertezas, essa vantagem torna o Bitcoin uma moeda interessante para investimento.

Além desses benefícios, podemos citar:

Anonimato nas transações ☑
Moeda altamente fracionável ☑
Mercado livre ☑
Dificuldade de falsificação ☑

Bitcoin é seguro ?

Sim, com certeza é a moeda mais segura atualmente, pois não esta sujeito a nenhum governo, banco ou grupos de burocratas ladrões. O BTC tem um grande aliado em segurança: a criptografia. Através de complexos processos do blockchain, todas as operações são registradas de maneira definitiva e segura.

Nos próximos artigos irei ensinar como obter bitcoins e como investir em bitcoins, continue acompanhando o nosso blog para mais informações.

REFERÊNCIAS:

Transformação digital, 25 de outubro de 2017: https://transformacaodigital.com/economia/introducao-criptomoedas/

Fundação Instituto de Administração, 7 de fevereiro de 2020: https://fia.com.br/blog/bitcoin/

RECOMENDAÇÃO LITERÁRIA:

IN CRYPTOGRAPHY WE TRUST !

MATT RIDLEY: COMO FUNCIONA A INOVAÇÃO.

Quando você pensa sobre isso, o que aconteceu com a sociedade humana nos últimos 300 anos é bastante estranho. Depois de rodar junto com cavalos e veleiros, escravos e espadas, por milênios, de repente conseguimos motores a vapor e motores de busca, aviões e carros e eletricidade e computadores e mídias sociais e seqüências de DNA. Demos a nós mesmos uma máquina de movimento perpétua chamada inovação. Quanto mais inovamos, mais inovação se tornou possível. É, de longe, a maior história dos últimos três séculos – a principal causa do declínio da pobreza extrema para níveis sem precedentes , no entanto, sabemos curiosamente pouco sobre por que isso aconteceu, muito menos quando, onde e como pode ser feito para continuar. Certamente não começou como resultado de políticas deliberadas. Ainda hoje, além de jogar dinheiro com cientistas na esperança de que eles possam iniciar negócios e subsídios nas empresas na esperança de que eles possam entregar produtos, não temos muita idéia de como incentivar a inovação no nível político. Além disso, os economistas estão em uma confusão especial sobre inovação há muito tempo. A profissão de economista passou alguns séculos assumindo que os mercados tendem a se equilibrar, através da mão invisível. Daí John Stuart Mill e John Maynard Keynes e muito bem todos os demais assumiram que veríamos retornos decrescentes dominando o esforço humano. Mas, em vez disso, experimentamos retornos crescentes, acelerando a invenção. Como o autor David Warsh colocou em seu livro Knowledge and the Wealth of Nations (2006) há alguns anos, economistas obcecados com a mão invisível de Adam Smith, mas esqueceram sua fábrica de pinos, onde a especialização levou à inovação.

Agora, graças a pessoas como Paul Romer, vencedor do Prêmio Nobel, o centavo finalmente caiu: existe um número efetivamente infinito de maneiras de reorganizar os átomos e os bits do mundo em combinações úteis, e esse retorno pode aumentar para sempre. Ao mesmo tempo, as pessoas descobriram que as sociedades que mais inovam são as que têm mais liberdade para as pessoas trocarem idéias. Foi a liberdade, não a direção do Estado, que fez com que a Grã-Bretanha vitoriana e a Califórnia moderna fossem focos de inovação. Foi o dirigismo estatal que impediu a Rússia de Stalin, a China de Mao, o Zimbábue de Mugabe e, em menor grau, a União Européia de Jean-Claude Juncker de ser um viveiro semelhante. A necessidade não é a mãe da invenção. Ambição é. No meu novo livro Como a inovação funciona, argumento que o estado raramente merece o crédito por estimular a inovação, na saúde pública e em outros lugares: “Muito mais frequentemente invenções e descobertas surgem por acaso e troca de idéias e são empurradas, puxadas, moldadas, transformado e trazido à vida por pessoas que atuam como indivíduos, empresas, mercados e, sim, às vezes servidores públicos. Tentar fingir que o governo é o ator principal nesse processo, muito menos um com intencionalidade direcionada, é uma abordagem essencialmente criacionista de um fenômeno essencialmente evolutivo. ”

Em um ano marcado pelo colapso econômico e a pior pandemia de um século, é mais importante do que nunca que lembremos desta lição. De cima para baixo, organizações estatais do Partido Comunista Chinês à Organização Mundial de Saúde, Administração de Alimentos e Medicamentos e Saúde Pública da Inglaterra enganaram repetidamente o público e estrangularam a experimentação e a inovação tecnológica necessárias para reagir ao surto de COVID-19 ou abordar as conseqüências econômicas da pandemia.
Do teste, à cura, ao desenvolvimento de uma vacina, aos métodos criativos e práticos de distanciamento físico, a solução para as crises atuais é mais inovação, não menos. Isso significa mais liberdade, não menos.

REFERÊNCIAS

Human Progress, Artigo publicado em 20 de maio de 2020 por Matt Ridley, cientista, jornalista e empresário, além de membro do conselho da HumanProgress.org.

Artigo traduzido por: Erick Castelo Branco

Artigo original em inglês: https://humanprogress.org/article.php?p=2679

RECOMENDAÇÃO LITERÁRIA:

INTRODUÇÃO AO LIBERTARIANISMO

O que é libertarianismo ?

Se você fizer essa pergunta a dez pessoas, poderá receber dez respostas diferentes. Aqueles de nós que estudamos há muito tempo e aqueles que seguem o conceito e chegam à conclusão lógica final, tendem a concordar que o liberalismo é uma crença no princípio chamado não agressão. Agressão, uso de força e fraude são inaceitáveis ​​e podem ser resolvidos com força defensiva, enquanto todas as outras coisas são permitidas e nenhuma força pode ser imposta a elas.
Você pode ter seguido esse requisito ao longo de sua vida diária. Se você entende que atacar, roubar, seqüestrar ou matar pessoas é inaceitável, se você entende o uso da violência para se proteger daqueles que fazem essas coisas com você, então você já pode ser um libertario. O libertarianismo é o denominador minimo comum. Algumas pessoas podem chamá-lo de filosofia política, enquanto outros o chamam de código moral, mas em sua aplicação prática, o libertarianismo é o padrão de conduta. Pensamos que todos devem poder participar. Esta é uma receita para o uso adequado da força na sociedade. Ele nos diz quando a força é aceitável e a resposta nunca será. Como o único uso legal da força é para a autodefesa, se todos seguirem os padrões, não haverá violência, porque ninguém se defenderá. Muitos de nós sabemos que, por mais que discordemos da violência, sempre haverá violência no mundo, e a defesa é o princípio básico do libertarianismo.
A diferença básica entre libertários e não-libertários nesse sentido é que não-libertários, independente de serem centristas, socialistas, conservadores ou alguma outra vertente política, abrem exceção a essa regra para uma classe de pessoas que se auto-intitula “o estado” ou “o governo”, ou por alguma outra razão acham que violência é aceitável além da defesa do indivíduo e propriedade. Para eles, as pessoas que se intitulam governo têm permissão para usar violência e que as pessoas controladas pelo governo não tem permissão de se defender.

Como o libertarianismo vê o governo?

Algumas pessoas que se consideram libertárias vão discordar do que eu estou prestes a escrever. Nós iremos discutí-los em breve, mas em última análise, libertários veem o governo como fictício. Não existe governo, existem apenas indivíduos agindo em uma dada sociedade. Governo é a desculpa que algumas pessoas usam para violar o princípio da não-agressão. Uma “classe dominante”, se você preferir, que é isenta de cumprir as regras da sociedade civil que o resto de nós segue. O exemplo mais fácil disso são os impostos. Praticamente todo mundo paga impostos de uma forma ou de outra, mesmo quando o fazemos de forma indireta. Algumas pessoas são felizes em pagar impostos, mas outras não. Se alguém se recusa a pagar impostos, as pessoas que se intitulam governo irão ameaçá-lo com violência. Pode não parecer desse jeito a princípio já que muitas pessoas desobedecem as leis de tributação e nada acontece a elas. Pouquíssimas pessoas (se é que alguém) realmente entende as leis de tributação, então é bem provável que nós as violemos às vezes.

Entretanto, de vez em quando, as pessoas que se chamam de governo começam a mandar cartas para alguém que não quer pagar impostos. No início essas cartas são bem amistosas, falando que essa pessoa deve dinheiro ou que formulários devem ser enviados. Se o destinatário não cumpre as exigências, então as cartas começam a ficar mais ameaçadoras. À princípio falando que a dívida irá aumentar, então que eles devem se apresentar a um tribunal, e se mesmo assim as exigências não são cumpridas, em último caso homens armados irão invadir a casa do destinatário, sequestrá-lo e colocá-lo na cadeia. Agora imagine o que aconteceria se você tentasse fazer o mesmo. Se você vivesse em um lugar onde armas não fossem proibidas, você provavelmente seria baleado quando tentasse invadir a casa de uma vítima. Caso não fosse, acabaria na prisão. Mais importante, a sua vizinhança iria olhar pra você como uma pessoa violenta e perigosa. Eles te chamariam de ladrão e que pratica extorsão. Eles não confiariam em você, não fariam negócios com você, não seriam seus amigos e te odiariam. Uma vez que libertários não veem pessoas que trabalham para o governo como especiais, uma vez que eles não têm privilégios especiais, já que eles também estão sujeitos ao princípio da não-agressão, nós vemos eles assim como vemos qualquer outra pessoa na sociedade que se comportasse dessa forma. Isso pode ser aplicado a vários “crimes sem vítima”. A guerra às drogas, leis antifumo, diversas regulações comerciais e bancárias, leis anti-prostituição, limite de velocidade e até mesmo dirigir embriagado. Se não há vítima, não há crime. Assim, toda a vez que um policial prende alguém por fumar maconha, nós encaramos isso como sequestro. Toda vez que eles enviam cartas ameaçadoras (comumente conhecidas como multas ou advertências) a motoristas que não machucaram ninguém, nós vimos isso como roubo por extorsão. Uma vez que é errado para a polícia, cobradores de impostos ou qualquer pessoa usar de violência contra pessoas que não fizeram mal a ninguém, é aceitável que essas pessoas usem de violência para se defender deles. Isso significa que é perfeitamente aceitável matar policiais e cobradores de impostos em autodefesa. Falar isso deixa muita gente desconfortável e por isso muitas pessoas que se consideram libertários sempre dão um jeitinho de desviar desse assunto. Isso é extremamente impraticável na maioria dos casos, já que o governo conta com tantas pessoas bem armadas prontas pra matar a sua disposição, e ninguém está falando pra você jogar a sua vida descarga abaixo ao enfrentar um inimigo superior por causa de uma multa de trânsito. Apenas que isso seria justificável do ponto de vista moral e filosófico caso você decidisse fazer isso.

Não seria isso anarquia?

Sim. Se você conseguir achar alguma forma de governar que não use ou ameace pessoas pacíficas com violência, fique à vontade para fazê-lo. Entretanto, se uma instituição não usa violência contra pessoas pacíficas, nós normalmente não a chamamos de governo. Isso não significa que não haveria regras ou segurança. Isso significa apenas que governantes não seriam impostos ao povo sem seu consentimento. As pessoas seriam livres pra determinar quaisquer regras que lhes satisfizessem em suas casas ou empresas ou outra propriedade. Essas pessoas seriam livres para contratar empresas privadas de segurança para fazer cumprir tais regras. Eles apenas não poderiam impor regras nas casas, empresas e propriedades de outras pessoas. E a constituição americana? E o “governo mínimo”? Não seria Ron Paul um libertário? Algumas pessoas veem o libertarianismo como uma escala gradual, onde alguma coisa é mais ou menos libertária do que outra. Por definição, Ron Paul com certeza é mais libertário do que Barack Obama. A constituição americana, como ratificada em 1789, e a carta de direitos como ratificada em 1791, são certamente mais libertárias do que o governo sob o qual sofremos atualmente.

Ainda assim, qualquer forma de “governo limitado” abriria as portas para a iniciação de força, ainda que apenas na extensão em que permitisse que alguma forma de imposto fosse cobrado. Esses impostos financiam as forças armadas, e a história nos ensina que essas forças armadas iniciam guerras. Esses impostos financiam a polícia, e a história nos mostra que essa mesma polícia rouba, agride, sequestra e mata. Essas são coisas que o libertarianismo proíbe, e ainda que possa parecer um nobre objetivo fazer parte do governo para fazer com que essas coisas aconteçam de forma menos frequente, isso ainda está aquém de ser libertário. Ainda que isso seja mais próximo do libertarianismo do que alguma outra alternativa.

Ainda mais importante, a história nos ensina que o “governo limitado” não se mantém limitado por muito tempo. Os Estados Unidos já foi o menor e mais limitado governo que já existiu. Hoje é o maior, mais poderoso e mais intrusivo governo da história da humanidade. Ele monitora (ou tenta monitorar) todas as comunicações eletrônicas no planeta Terra. Ele tem a maior taxa de encarceramento per capita do mundo. Ele gasta mais em forças armadas do que China, Rússia, Arábia Saudita, França, Inglaterra, Alemanha, Japão, Índia e Coreia do Sul juntos. Isso é praticamente o mais distante que se pode ficar do libertarianismo. Logo, aqueles entre nós que estudaram história tendem a ver o experimento do “governo limitado” como talvez a maior falha da história da humanidade.

E o Partido Libertário?

O Partido Libertário foi formado em Colorado Springs, Colorado, na casa de David F. Nolan em 11 de Dezembro de 1971. Eu conversei pessoalmente com o Sr. Nolan em 2010 e na nossa entrevista ele me falou “Eu sempre pretendi que o Partido Libertário fosse um esforço educacional”. Ele escreveu também em seu artigo “The Essence of Liberty” que “em um mundo ideal, não haveria tributação. Todos os serviços seriam pagos conforme fossem utilizados.” Isso indicaria que o próprio Sr. Nolan era, pelo menos filosoficamente, um anarquista, mesmo tendo vista uma necessidade prática de participar da política estatal. Há muita divergência de opinião a respeito de como a liberdade pode ser atingida, e se trabalhando para isso dentro do sistema é bom ou eficiente ou justificável. A plataforma do Partido Libertário tem mudado ao longo dos anos e muitos tipos diferentes de candidatos com muitas ideias e motivações diferentes têm surgido. Contudo, o Partido Libertário não define, não pode definir e nem irá definir o libertarianismo. Ele é apenas uma instituição originalmente criada para educar o público a respeito das virtudes da liberdade.

O que o libertarianismo fala sobre economia?

Libertarianismo por si próprio não tem muito a falar sobre economia. Contanto que o uso da força não seja iniciado, as pessoas podem determinar arranjos econômicos da forma que julgam adequada. Entretanto, nós percebemos que a economia é uma área de estudo muito importante e libertários que estudam economia tendem a fazer parte de uma facção dentro do libertarianismo conhecida como anarcocapitalistas e são fortemente a favor da Escola Austríaca de economia. Uma explicação completa do que isso significa e tudo que isso abrange está além do escopo desse documento, mas aqui vai uma breve introdução. O princípio da não-agressão surge da ideia de auto-propriedade. Você é o dono do seu corpo e da sua vida. Porque alguém te forçar a fazer algo contra a sua vontade seria usar a sua propriedade (seu corpo) sem o seu consentimento. Da mesma forma, se você cria coisas na natureza através do seu trabalho, por exemplo, se você constrói uma casa, ou ara um campo, o fato de alguém usar essas coisas sem o seu consentimento seria como usar o trabalho sem o seu consentimento e isso consistiria em escravidão, o que o libertarianismo proíbe. Uma vez que os recursos são criados, a forma pelas quais eles são trocados é através de troca voluntária. Quando duas pessoas trocam bens ou serviços, ambos tendem a acabar em melhor condição por ter agido como tal, caso contrário eles não o teriam feito. Se eu tenho um dólar, e você tem um café, e eu te dou um dólar pelo café, isso indica que você quer o dólar mais do que você quer o café e que eu quero o café mais do que eu quero o dólar. Quando realizamos a troca, ambos agradecem e saem andando felizes com a transação. O dinheiro serve como uma unidade de contabilidade e armazenamento de valor. Presumivelmente, eu adquiri o dólar através do fornecimento de algum serviço ou produto a alguém. Para fins de demonstração, vamos falar que eu vivo de consertar computadores. A pessoa que vende o café é geralmente o lojista. Ele compra o café de um distribuidor, que adquire café de um fabricante, que o comprou de um fazendeiro, que contrata trabalhadores para trabalhar em seus campos. Se torna claro que seria extremamente impraticável que eu encontrasse um trabalhador do campo e consertasse seu computador em uma troca direta por café. Nós então concordamos em uma unidade de contabilidade e armazenamento de valor para propósitos de troca e isso torna a troca mais eficiente. Eu sou capaz de achar computadores para consertar em uma cidade grande, eu recebo dinheiro pelos meus serviços, e então compro o café do lojista.

O trabalhador do campo, o dono da fazenda, o fabricante, o distribuidor e o lojista são um exemplo do que é conhecido como divisão do trabalho. Assim como seria extremamente impraticável que eu trocasse meus serviços de conserto de computadores com o trabalhador do campo, também seria impraticável que o trabalhador do campo colhesse os grãos, os moesse, os embalasse, os transportasse para todo o mundo, preparasse o café, o colocasse em copos, adicionasse leite e açúcar e vendesse aos clientes. Ao invés disso, o trabalhador do campo se especializa na troca em que participa, ele trabalha para o dono da fazenda, que por algum meio adquiriu fundos para comprar a fazenda que o trabalhador não teria recursos pra comprar. O dono da fazenda não teria como cuidar de toda a fazenda sozinho e ele então contrata pessoas que fazem isso para ele. O fabricante compra os grãos do dono da fazenda por que ele se especializa em preparar o café para distribuição. O distribuidor se especializa em negociar com os lojistas, e então ele compra o café do fabricante. O distribuidor não quer se incomodar como pequenas vendas de alguns poucos copos de café, então ele vende o café ao lojista que o vende pra mim. Em cada etapa desse processo, o dinheiro troca de mãos, e a vida de todos melhora como resultado. Isso é comumente chamado de capitalismo de livre mercado. Ele favorece direitos de propriedade privada e livre troca de produtos e serviços. Se você consente em dividir a sua casa e o seu campo com a sua comunidade, se não há uma unidade de contabilidade para o trabalho que é dispendido em tornar as coisas possíveis, se todos vocês se sentem confortáveis com o conceito de propriedade coletiva sobre essas coisas, isso seria comumente chamado de socialismo ou comunismo. Contanto que seja voluntário, o libertarianismo por si só não tem objeção quanto a isso.

Apesar disso, economia não é uma questão de opinião. Economia é uma ciência. As pessoas falam de diferentes escolas de economia, keynesiana, marxista, austríaca, entre outras, mas a teoria economia que você toma parte é irrelevante. Acreditar na economia marxista ou keynesiana não torna essas teorias verdadeiras. Uma teoria econômica é verdadeira ou falsa. Ainda que o princípio da não-agressão não proíba sociedades coletivistas, qualquer estudo honesto de economia irá mostrar que elas tendem a falhar, resultando em conflitos violentos. Por isso, libertários que estudam economia de forma objetiva tendem a se encontrar mais alinhados à Escola Austríaca de economia e a favor do que a maioria se refere a capitalismo de livre mercado. Uma vez que as pessoas têm todo o tipo de ideia a respeito do que isso significa, essa facção de libertários normalmente refere a si mesmos como anarcocapitalistas, com o objetivo de enfatizar a distinção em relação entre si mesmos e os incoerentes devaneios econômicos de outras pessoas que ainda podem se considerar libertários. Em última análise, isso significa que a propriedade é uma extensão do indivíduo, seja ela adquirida através de apropriação original (homesteading, N. T.), através da mistura do seu trabalho com recursos previamente sem dono, ou por troca voluntária. E que tomar, usar ou destruir a propriedade de alguém sem o seu consenso é um ato de violência contra essa pessoa e que justifica o uso de força defensiva por parte da vítima. Uma pessoa pode adquirir quanta propriedade ela seja capaz de adquirir. E ela pode fazer com esta propriedade o que ela julga adequado. Ela pode trocá-la, doá-la ou destruí-la e ninguém tem o direito de interferir.

Quais os direitos que o libertarianismo reconhece?

O conceito de “direitos” tem sido o tema de muito debate ao longo da história da humanidade, e tem levado a muita violência. Algumas pessoas acham que têm direito a comida, medicamentos e abrigo gratuitos. Algumas pessoas acreditam que elas têm direito a igualdade de resultados. Algumas pessoas acreditam que direitos vêm do governo, outras acham que direitos vêm de Deus. O libertarianismo não tem uma lista de direitos que ele reconhece além do direito de ser livre de iniciação de violência e defender-se a si mesmo caso este direito seja violado. O libertarianismo atesta que direitos derivam de propriedade, então, no caso de liberdade de expressão, você tem o direito de falar o que quiser, na sua propriedade. Se você foi à casa de alguém e o insultou, isso claramente cabe a ele decidir se ele quer fazer com que você se retire. Em relação ao direito ao porte de armas, você tem o direito de ter qualquer armamento que quiser. Armas são apenas outro tipo de propriedade. Você tem o direito de usar tais armas para proteger a si mesmo e a sua propriedade. Se você vai à casa ou ao comércio de outras pessoas e elas não querem que você porte armas, então as suas escolhas são se retirar ou se desarmar. Essa equação pode ser aplicada a qualquer coisa. Em última análise, não há direito a propriedade de outra pessoa. Sempre que você quiser saber quem tem determinados direitos, faça a pergunta “quem possui a propriedade?” e o resto se tornará óbvio.

Seriam libertários criadores de teorias da conspiração?

O que a maioria das pessoas se refere como “teoria da conspiração” é algo comum nos ciclos libertários, mas o libertarianismo per se não tem nenhuma opinião a esse respeito. Quando alguém estuda o governo de forma objetiva se torna fácil de se esperar o pior dele. Assim, se você enxerga o governo como uma violenta organização criminosa que assassinou mais de 260 milhões dos seus próprios cidadãos no século passado, excluindo guerras, é fácil de se acreditar que eles estão fazendo outras coisas terríveis. Faz sentido acreditar que eles tenham derrubado o World Trade Center, que tenham arquitetado o atentado à Maratona de Boston, que estejam fraudando eleições ou que estão fazendo coisas horríveis com drogas psiquiátricas. Quantas dessas coisas são verdadeiras está além do escopo desse artigo. Muitos libertários usam teorias da conspiração como propaganda para colocar as pessoas contra o governo e isso certamente pode ter efeitos positivos e negativos, dependendo da forma que são utilizadas. Eu recomendo que você pesquise sobre isso e chegue às suas próprias conclusões, mas o libertarianismo não possui opinião sobre esse assunto e libertários irão discutir veementemente a respeito dos fatos e estratégias empregadas pelos “criadores de teorias da conspiração”.

REFERÊNCIAS:
https://rothbardbrasil.com/libertarianismo-uma-breve-introducao/
Tradução de Daniel Chaves Claudino
Artigo original em inglês aqui: https://christophercantwell.com/2014/04/18/libertarianism-brief-introduction/

RECOMENDAÇÃO LITERÁRIA:

A IMPORTÂNCIA DO CRÉDITO E DA CONFIANÇA

Durante a maior parte da história, a economia permaneceu mais ou menos do mesmo tamanho. Sim, a produção global aumentou, mas isso se deveu principalmente á expansão demográfica e ao povoamento de novas terras. A produção per capita continuou estática. Mas tudo isso mudou na era moderna. Em 1500, a produção goblal de bens e serviços era equivalente a cerca de 250 bilhões de dólares; hoje, gira em torno de 60 trilhões. o que é mais importante, em 1500 a produção per capita anual era, em média, 550 dólares, enquanto hoje todo homem, mulher e criança produz, em média, 8,8 mil dólares por ano. O que explica esse crescimento estupendo ?
A economia é um assunto notoriamente complicado. Para facilicar as coisas, imaginemos um exemplo simples.
Donald Ganância, um financista perspicaz, funda um banco no Rio Grande Do Norte.
A. A. Silva, um empreiteiro em ascensão no Rio Grande Do Norte, termina sua primeira obra, recebendo pagamento em dinheiro na casa de 1 milhão de dólares. Ele deposita essa soma no banco do Sr. Ganância. O banco agora tem 1 milhão de dólares em capital.
Enquanto isso, Maria dos Pães, uma chef experiente, mas sem recursos, acredita ter encontrado uma oportunidade de negócio: não há nenhuma padaria realmente boa em seu bairro. Mas ela não tem dinheiro suficiente para comprar toda a infraestrutura necessária, como fornos industriais, pias, facas e utensílios. Ela vai ao banco, apresenta seu plano de negócio ao Sr. Ganância e o convence de que é um investimento vantajoso. Ele lhe concede um emprestimo de 1 milhão de dólares, creditando essa soma na conta dela no banco.
Maria dos Pães agora contrata A.A. Silva, o empreiteiro, para construir e equipar a padaria. O preço dele é 1 milhão de dólares.
Quando ela o paga, com um cheque de sua conta, Silva o deposita na conta dele no banco do Sr. Ganância. Então, quanto dinheiro Silva tem em sua conta bancária ? Exato, 2 milhões de dólares.
Quanto dinheiro, em espécie, há de fato no cofre do banco ? Você acertou: 1 milhão de dólares.
Não termina aqui. Como empreiteiros costumam fazer, dois meses depois de iniciada a obra, Silva informa a Maria que, devido a problemas e despesas imprevistos, o custo para construir a padaria na verdade será 2 milhões de dólares. A Sra. Maria dos Pães nao fica satisfeita, mas não pode parar a obra na metade. Então, ela faz outra visita ao banco, convence o Sr. Ganância a lhe dar um empréstimo adicional, e ele deposita mais 1 milhão de dólares na conta dela. Ela transfere o dinheiro para a conta do empreiteiro.
Quanto dinheiro Silva tem em sua conta agora ? Ele tem 3 milhões de dólares.
Mas quanto dinheiro existe de verdade no banco ? Continua havendo apenas 1 milhão de dólares que esteve no banco esse tempo todo.
A legislação atual que regulamenta os bancos, permite que o banco repita esse exercício sete vezes mais. O empreiteiro acabaria por ter 10 milhões de dólares em sua conta, embora o banco continuasse tendo não mais de 1 milhão de dólares em seus cofres. Os bancos são autorizados a emprestar dez dólares para cada dólar que realmente têm, o que significa que 90% de todo dinheiro em nossas contas bancárias não é coberto por moedas e notas reais.
Parece um esquema Ponzi gigante ( esquema de piramide), não ? Mas, se isso é uma fraude, então toda a economia moderna é uma fraude. A verdade é que não se trata de uma fraude, e sim de um tributo ás capacidades incríveis da imaginação humana. O que permite que os bancos, e toda a economia, sobrevivam e floresçam é nossa confiança no futuro. Essa confiança é a única garantia para a maior parte do dinheiro do mundo. Toda iniciativa, é portanto, baseada na confiança em um futuro imaginário, a confiança de que a empreendedora e o banqueiro terão a padaria dos seus sonhos, e a confiança do empreiteiro na futura solvência do banco.

Fonte: Livro Sapiens pagina 414, autor Yuval Noah Harari

FONTE: Livro Sapiens, Autor Yuval Noah Harari, Paginas 409 – 412, Edição L&PM POCKET: julho de 2018.

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COMO FAZER DINHEIRO ONLINE?

02.

Bom, basicamente existem duas formas de se fazer dinheiro online:

  1. Active Income
    Active Income, ou renda ativa, é uma forma de trabalhar online similarmente aos trabalhos “normais” com carga horaria de 5 a 9 horas por dia, prestando alguns serviços online, como traduzir sites para empresas, ilustrando livros, desenvolvendo sites e blogs , etc.
  2. Passive Income
    Passive income, ou renda passiva, que é a minha forma de trabalhar preferida, é basicamente você investir um pouco de dinheiro em algumas plataformas que em teoria devem continuar fazendo seu dinheiro render.

HOJE

Eu irei apresentar para vocês uma plataforma de Active Income, o site UpWork, é uma plataforma ótima para ganhar uma renda extra, se você entende inglês pode trabalhar nesse site traduzindo textos para empresas e sites que desejam operar no Brasil, se você é um ilustrador, web designer ou escritor pode oferecer seus serviços nessa plataforma e obter um ótimo rendimento.

A história do Upwork começa mais de duas décadas atrás, quando o líder técnico de uma startup do Vale do Silício percebeu que seu amigo íntimo em Atenas seria perfeito para um projeto na web. A equipe concordou que ele era a melhor escolha, mas estava preocupado em trabalhar com alguém do outro lado do mundo. Em resposta, os dois amigos criaram uma nova plataforma baseada na Web que trouxe visibilidade e confiança ao trabalho remoto. Foi tão bem-sucedido que os dois perceberam que outras empresas também se beneficiariam do acesso confiável a um conjunto maior de talentos comprovados, enquanto os trabalhadores desfrutariam de liberdade e flexibilidade para encontrar empregos on-line. Juntos, eles decidiram iniciar uma empresa que cumprisse a promessa dessa tecnologia. Avançando hoje, essa tecnologia é a base da Upwork, a principal solução flexível de talentos. Com milhões de empregos publicados no Upwork anualmente, profissionais independentes estão ganhando dinheiro fornecendo às empresas mais de 5.000 habilidades em mais de 70 categorias de trabalho.

Então não perca tempo acesse já o site: https://www.upwork.com/

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  1. Olá pessoal, sou farmacêutico, trader em formação (70% eu diria), libertário e publicitário nas horas vagas. Meu nome e idade no momento são irrelevantes, o que realmente importa são minhas ideias e visão de mundo que desejo compartilhar com vocês, através deste blog.
    Meu objetivo principal nesse blog é promover o libertarianismo e ensinar as pessoas, métodos e técnicas de como ganhar dinheiro online, driblando o sistema governamental e seus malditos burocratas, pretendo postar aqui todos os tipos de vias alternativas de trabalho autônomo para que você consiga alcançar uma vida livre e plena em um mundo/sistema não-livre.

Também pretendo falar sobre os impactos que a tecnologia vem causando nas nossas vidas, eu sei que isso parece meio hipócrita, eu estar utilizando uma tecnologia (internet e computador) para criticar a tecnologia, mas é aquele velho negócio né: devemos conhecer nossos inimigos, e utilizar seus sistemas e ferramentas para destruí-los de dentro pra fora.

Resolvi criar um blog publico em vez de manter um diário pessoal, para poder ensinar e repassar meus conhecimentos e aprender simultaneamente, é como diz aquele ditado: aquele que ensina aprende duas vezes.

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